Iônica, covalente e metálica — como os átomos se unem para formar substâncias e o que determina a polaridade das ligações.
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A ligação iônica ocorre entre metal e ametal: o metal cede elétrons ao ametal, formando cátions e ânions que se atraem eletricamente. Ex.: NaCl (sal de cozinha). Caracterizada por alto ponto de fusão, condução de eletricidade no estado líquido ou dissolvido.
A ligação covalente ocorre entre dois ametais que compartilham pares de elétrons. Pode ser simples (1 par), dupla (2 pares) ou tripla (3 pares). Ex.: H₂, O₂, H₂O, CO₂. Caracteriza moléculas com ponto de fusão mais baixo que compostos iônicos.
A ligação metálica ocorre entre átomos metálicos: os elétrons de valência ficam livres (mar de elétrons), ligando todos os cátions metálicos. Explica propriedades como condutividade elétrica e térmica, maleabilidade, ductilidade e brilho dos metais.
Uma ligação covalente é polar quando os elétrons compartilhados são atraídos mais por um átomo (diferença de eletronegatividade). Ligação apolar: mesmos átomos (H–H) ou diferença de EN ≈ 0. Ligação iônica: EN > 1,7. Polar: 0 < EN < 1,7.
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A ligação entre Na (sódio) e Cl (cloro) para formar NaCl é um exemplo de ligação:
A molécula de H₂ (hidrogênio gasoso) é formada por ligação covalente:
A alta condutividade elétrica dos metais é explicada pela ligação metálica através do conceito de:
Uma ligação covalente POLAR ocorre quando: